Património

IGREJA PAROQUIAL

É edifício do tipo característico da região e a que dá acesso uma escadaria de granito. Tem fachada singela com pórtico e janelão rectangular e empena triangular. A torre sineira tem quatro olhais e cúpula cónica pontiaguda. No interior apresenta uma nave única com capela-mor e dois altares de madeira com boa obra de talha.

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TERMAS DE MONTE DA PEDRA

A primeira referência a esta nascente é de Tavares (1810, 160) “… nasce debaixo de um rochedo de quartzo, na quantidade de um anel de água, pouco mais ou menos, uma fonte, que desde a sua origem vem encanada, corre cristalina, com sabor e cheiro hepáticos, activos de maneira que antes de chegar à fonte este se sente como ovos chocos, deixa no seu transito deposito de lodo inferiormente preto, e por cima branco, o qual depois de seco arde com chama azul ...É verdadeiramente fria, e mais ainda que as águas ordinárias, que por aqui se encontram…”
Foi ainda mencionada pelo médico militar Francisco de Assunção (1845) num curto texto em que nos dá a sua localização e a sua natureza “sulfúrea fria”. Lopes (1892) nada acrescenta sobre esta nascente, referindo a sua utilização local: “…da qual o povo algumas aplicações medicinais tem feito”.
Em “Águas e Termas Portuguesas” (1918) também é curta a referência: “ No concelho do Crato, na freguesia do monte da Pedra, a 15 kilometros da sede de concelho, mas apenas a 4 da estação de Cunheira, na linha de Leste, há uma nascente de águas sulfúreas, ainda sem exploração regular. São propriedade da Câmara Municipal.”
Terá sido no 1º quartel do séc. XX que a Câmara Municipal do Crato mandou construiu o balneário, mas fazendo a sua exploração por arrendamento anual. O edifício foi descrito por Acciaiuoli (1947,267): “As instalações constam de um edifício de pedra e cal, com as dimensões de 21x 9,7 metros e é constituído por dois pavimentos, um dos quais ao nível da entrada principal, composto de cozinha, quatro quartos e duas salas para refeições, e outro superior a este – água-furtada – em que se encontram dois quartos e, finalmente, o térreo, onde existem os dois quartos de banho, com uma banheira cada um.” Este autor calculava a frequência em duas centenas por época balnear, o que obrigava a iniciarem-se os banhos às 2h da madrugada até cerca das 10h da manhã.  
No início da década de 90 (séc. XX) foi construído um novo edifício para servir de balneário, segundo o projecto do Arquitecto João Rebolo  
No final da época termal de 1997, o estabelecimento encerrou, a razão principal era a poluição da Ribeira, e a captação da água mineral feita por furo a cerca de 30 m de profundidade. Nas obras de renovação então iniciadas, procedeu-se à impermeabilização da ribeira, a abertura de dois novos furos que captam a água a 160 e 180m de profundidade

Actualmente procede-se a construção de saneamento na freguesia, encontrando-se a água da fossa das termas bombeada para uma ETAR, até á construção do esgoto que servirá as termas. Outro problema colocado pela Direcção Geral de Saúde é a existência de quartos de aluguer no piso superior ao balneário que foram já desactivados, não tendo ainda destino estes espaços.   In: www.aguas.ics.ul.pt

 


 

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CONTACTOS

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Tapada das Encarreiradas
7430-330 Monte da Pedra


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